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Divibank

Orquestração de Pagamentos

Produto de infraestrutura de pagamentos que conecta múltiplos adquirentes e PSPs, dando mais controle, taxa de aprovação e autonomia para negócios digitais no Brasil.

Empresa: DivibankPeríodo: 2022 → hojeDomínio: Fintech · PagamentosPapel: PM Sr → GPM / Head of Product
paymentsorquestraçãoB2Binfraestruturadata
01 · Antes

Antes

Muitos negócios digitais dependiam de um único provedor de pagamento, sofrendo com quedas, taxas altas e aprovações limitadas, sem visibilidade sobre o que acontecia na jornada de cobrança.

02 · Ação

Ação

Estruturei a visão do produto de orquestração de pagamentos, coordenando squads, priorizando roteamento inteligente e instrumentos de cobrança, e aproximando o time de dados para decisões baseadas em taxa de aprovação.

03 · Impacto

Impacto

O produto passou a permitir que clientes processem volumes relevantes com múltiplas rotas de pagamento, maior resiliência operacional e mais autonomia sobre o funil de cobrança.

multi-adquirente
aprovação em vários PSPs com roteamento inteligente
B2B
negócios digitais de alto volume como público
Sr PM → GPM
crescimento em produto na mesma empresa
04 · O que aprendi

O que aprendi

  • Em payments, taxa de aprovação e resiliência valem mais do que features: a infraestrutura é o produto.
  • Orquestração não é só tecnologia, é negócio, risco e experiência do cliente final em uma coisa só.
  • Crescer de PM para GPM exige abrir mão do controle direto e evoluir times, não só produtos.

A visão por trás

Foi aqui que a minha trajetória em produto se encontrou com a minha origem técnica. Orquestração de pagamentos é um produto de plataforma: o valor não está em uma tela bonita, mas em disponibilidade, roteamento e taxa de aprovação.

Trabalhei para transformar esse segmento em produto, com priorização orientada a dados, visão de médio prazo e um time de engenharia focado no mesmo objetivo.

O que sustenta a decisão

Nesse mercado, cada ponto percentual de aprovação e cada minuto de uptime movem o resultado dos clientes. A priorização precisava refletir isso: estabilidade primeiro, diferenciais depois.

Um olhar para frente

O artigo que escrevi sobre Por que Payments Orchestration é o salto obrigatório para negócios digitais no Brasil? resume a tese que defendo no dia a dia: autonomia sobre a jornada de pagamento deixou de ser diferencial e virou condição de competitividade.

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