Divibank
Orquestração de Pagamentos
Produto de infraestrutura de pagamentos que conecta múltiplos adquirentes e PSPs, dando mais controle, taxa de aprovação e autonomia para negócios digitais no Brasil.
Antes
Muitos negócios digitais dependiam de um único provedor de pagamento, sofrendo com quedas, taxas altas e aprovações limitadas, sem visibilidade sobre o que acontecia na jornada de cobrança.
Ação
Estruturei a visão do produto de orquestração de pagamentos, coordenando squads, priorizando roteamento inteligente e instrumentos de cobrança, e aproximando o time de dados para decisões baseadas em taxa de aprovação.
Impacto
O produto passou a permitir que clientes processem volumes relevantes com múltiplas rotas de pagamento, maior resiliência operacional e mais autonomia sobre o funil de cobrança.
O que aprendi
- Em payments, taxa de aprovação e resiliência valem mais do que features: a infraestrutura é o produto.
- Orquestração não é só tecnologia, é negócio, risco e experiência do cliente final em uma coisa só.
- Crescer de PM para GPM exige abrir mão do controle direto e evoluir times, não só produtos.
A visão por trás
Foi aqui que a minha trajetória em produto se encontrou com a minha origem técnica. Orquestração de pagamentos é um produto de plataforma: o valor não está em uma tela bonita, mas em disponibilidade, roteamento e taxa de aprovação.
Trabalhei para transformar esse segmento em produto, com priorização orientada a dados, visão de médio prazo e um time de engenharia focado no mesmo objetivo.
O que sustenta a decisão
Nesse mercado, cada ponto percentual de aprovação e cada minuto de uptime movem o resultado dos clientes. A priorização precisava refletir isso: estabilidade primeiro, diferenciais depois.
Um olhar para frente
O artigo que escrevi sobre Por que Payments Orchestration é o salto obrigatório para negócios digitais no Brasil? resume a tese que defendo no dia a dia: autonomia sobre a jornada de pagamento deixou de ser diferencial e virou condição de competitividade.