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Sub-adquirente do zero
Criação de uma sub-credenciadora do 0 -> 1, do cadastro de EC e adequação ao SLC à certificação PCI, com 13x de crescimento no GMV transacionado em 1 ano.
Antes
Atuavamos apenas como um PSP, e era nítido que precisavamos aumentar a nossa receita na jornada de pagamentos. Depender de sub-adquirentes terceiros limitava nossos ganhos, velocidade de inovação e visibilidade sobre o funil de cobrança.
Ação
Como GPM, estruturei a criação de uma sub-adquirente do zero: desenho do produto e da operação, trilha de certificação PCI DSS, processos de compliance com adquirentes, além da conexão técnica e regulatória para registro de recebíveis e liquidação centralizada via SLC.
Impacto
Em 1 ano, o GMV transacionado cresceu 13x, rodando sobre nossa infraestrutura controlada internamente, com mais margem por transação, resiliência e dados como ativo de decisão.
O que aprendi
- Construir uma sub-adquirente é 30% tecnologia e 70% risco: PCI, compliance, registradoras, SLC e o SPB definem o desenho antes de qualquer feature.
- Crescer 13x com decisões estratégicas de produto exige planejamento, decisões difíceis e muita resiliência para começar a colher os frutos.
- Onde você liquida (SLC) e como você protege o dado (PCI) NÃO são decisões de produto, são a ponta do iceberg regulatório.
Uma sub-adquirente não nasce de features
Nasce de trilhas: cadastro e licenciamento, conectividade com o SPB, certificação PCI DSS e uma operação de compliance que responde em tempo real. Foi esse desenho de fundação que permitiu ao produto escalar.
PCI e compliance como fundação
Não dava para lançar cobranças e crescer 13x sem tratar segurança como produto. A trilha de PCI DSS entrou na concepção: segmentação de ambiente, tokenização e armazenamento mínimo de dados sensíveis, trilha de auditoria e controles de acesso. Compliance deixou de ser fase final e virou sprint de produto.
A conexão com o SPB
Pix e liquidação exigem entendimento do nosso Sistema de Pagamentos Brasileiro, o SPB. Estruturamos a conectividade com bancos e adquirentes, os fluxos de conciliação e o monitoramento da operação; é aqui que a sub-adquirente passa a existir de verdade, fora do guarda-chuva de um terceiro.
Do 0 ao resultado em 1 ano
O que era desejo virou operação: 13x de crescimento no GMV transacionado, produtos de cobrança próprios e canais de distribuição próprios, e um time que enxerga a jornada de ponta a ponta. A diferenciação virou controle: infraestrutura, risco e dados na mesma mesa.